Como funciona um plano de saúde empresarial?

plano de saúde intermédica
Plano de saúde Intermédica: Conheça esta opção agora mesmo!
20 de novembro de 2017

Como funciona um plano de saúde empresarial?

como funciona um plano de saúde empresarial

Você sabia que benefícios, como o plano de saúde, são mais atraentes para os funcionários do que o próprio salário? Pois é!

De acordo com estudos do setor, os benefícios oferecidos aos colaboradores também contam na hora de escolher uma empresa para trabalhar. Nesse contexto, o plano de saúde é uma das melhores opções para oferecer à sua equipe.

Mas, antes de contratar a sua cobertura, é preciso entender como funciona realmente um plano de saúde empresarial, não é mesmo?

É exatamente esse o tema do post de hoje. Veja todos os detalhes dessa cobertura e tire todas as suas dúvidas antes de fazer a contratação. Confira!

O que é, e como funciona um plano de saúde empresarial?

Um plano de saúde empresarial é uma cobertura contratada por uma empresa, a fim de oferecer esse cuidado a seus funcionários. A contratação ocorre através de um CNPJ e a cobertura é expandida aos colaboradores da empresa e seus dependentes.

Esse tipo de plano de saúde também é chamado de coletivo e há dois tipos básicos em vigor: o plano empresarial e o plano por adesão. O empresarial é o plano contratado por uma empresa, como já vimos anteriormente.

Já o plano por adesão é aquele contratado por sindicatos, associações e outras organizações profissionais ou de classe. Nesse caso, o benefício é estendido aos filiados da entidade e seus dependentes.

Uma empresa pública ou privada pode contratar o plano empresarial diretamente, ou ainda contar com um terceiro para tal atividade. O responsável pela contratação e gestão do plano de saúde é chamado de Administrador de Benefícios e precisa ter registro ativo junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Quantas vidas podem fazer parte?

Os planos de saúde empresariais cobrem de 1 até 99 vidas na maioria das vezes. O número exato depende da cobertura contratada, número de funcionários da empresa e também os dependentes incluídos na apólice.

Segundo a legislação tem direito ao plano de saúde empresarial:

  • Funcionários da empresa;
  • Dependentes até o 3ª grau consanguíneo;
  • Dependentes por afinidade até o 2º grau;
  • Cônjuge ou companheiro;
  • Aposentados e demitidos.

De acordo com essas especificações é que o contratante deve definir o número de vidas seguradas e, consequentemente, a cobertura mais indicada para o seu caso.

Tem carência após a assinatura do contrato?

O período de carência do plano de saúde empresarial varia de acordo com a cobertura escolhida. Para empresas com mais de 30 funcionários, os colaboradores que entrarem no plano em até 30 dias após a assinatura do contrato não sofrem carência.

Já os profissionais que entrarem após esse período precisam respeitar o vínculo de 30 dias com a empresa inicialmente, para depois serem incluídos no plano de saúde empresarial.

Tratando-se de empresas com menos de 30 funcionários a regra é outra. Nesse caso, cabe à seguradora estipular o período de carência mínimo e deixar essas informações visíveis no contrato e guia do plano. O mesmo se aplica para entradas após os 30 dias de assinatura do contrato.

Quanto custa um plano de saúde empresarial?

Novamente depende do tipo de cobertura escolhida. Assim como os planos de saúde individuais e familiares, os empresariais e coletivos apresentam as seguintes coberturas:

  • Ambulatorial;
  • Hospitalar;
  • Gestacional;
  • Odontológico.

De acordo com a cobertura escolhida o preço do plano de saúde empresarial pode mudar. Além disso, é levada em consideração a idade dos beneficiários e o risco de sinistralidade, ou seja, a probabilidade de o plano ser usado durante a duração do contrato.

Com essas informações em mãos, a seguradora define uma tabela de preços para sua empresa. Esse valor só pode ser reajustado após os 12 meses do contrato inicial, segundo a ANS. O reajuste pode ser por inflação dos serviços médicos ou aumento da sinistralidade e precisam ser informados junto a Agência após a aplicação do novo preço.

O tal índice de sinistralidade pode ainda levar em conta o perfil dos funcionários da empresa em específico, ou todos os inscritos na carteira da seguradora. A segunda opção tende a ser melhor para pequenos negócios, já que o índice fica pequeno devido ao grande número de segurados.

Quem pode ser dependente?

Os dependentes dos funcionários ou filiados, no caso de associações, devem seguir o que orienta a legislação. Parentes com ligação sanguínea até a 3ª geração, familiares por afinidade até a 2ª geração, além do cônjuge e filhos.

Ficou confuso? Vamos explicar melhor!

Parentes consanguíneos são pessoas com vínculo sanguíneo e com um progenitor em comum. Exemplos: filho (1º grau), neto (2º grau) e bisneto (3º grau) na linha reta; já na linha colateral se encaixam irmãos (2º grau) e tios (3º grau).

Parentes por afinidade são aquelas pessoas sem vínculo sanguíneo e que foram herdadas por causa de uma união estável ou casamento, como: enteados (1º grau) e filhos de enteados (2º grau).

Como ocorre o cancelamento?

A ANS também discorre sobre quando um plano de saúde empresarial pode ser encerrado. Essas orientações ajudam a entender como funciona o plano de saúde empresarial na hora do cancelamento ou rescisão do contrato.

Contudo, é importante salientar que existem outras regras específicas a serem observadas. Entre elas o caso de aposentados, funcionários demitidos e pessoas em pleno tratamento sob o uso da cobertura do plano de saúde.

Como regra geral, no entanto, as condições para cancelamento do plano devem ser previstas no contrato da seguradora. Fora isso o encerramento só ocorrerá por suspeita de fraude por parte da contratante ou seus dependentes. Ou ainda, no caso de vencimento do contrato sem renovação (mínimo de 12 meses após a assinatura e aviso prévio de 60 dias).

Para os casos de o empregado deixar de ser funcionário da empresa ele também deixa de fazer parte do plano de saúde, exceto no caso de demissões e aposentadoria. Nesses casos, o funcionário pode continuar com a cobertura por determinado período no caso da demissão e integralmente no caso da aposentadoria, desde que assuma os custos da mensalidade.

Quando uma pessoa deixa de ser dependente do segurado, esta também deve ser removida do plano de saúde empresarial. No entanto, nesse caso, a cobertura será suspensa apenas para o dependente e não para o segurado titular.

E aí, tirou todas as suas dúvidas sobre como funciona um plano de saúde empresarial? Que tal contratar essa cobertura agora mesmo e deixar seus funcionários mais tranquilos? Entre em contato conosco e faça uma simulação sem compromisso!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine a nossa newsletter

Assine a nossa newsletter

Junte-se à nossa lista de correspondência para receber as últimas notícias e atualizações da nossa equipe.

You have Successfully Subscribed!